Estudante do curso de Letras Portugues/Francês na UERJ
Professora/Estagiaria de francês e português.
Estudante de música, canto lírico, piano e violão.
Modelo.
"Se o amor é fantasia, eu me encontro ultimamente em pleno carnaval" - Vinícius de Moraes
Achei interessante citar essa frase hoje. Exatamente hoje. Segunda-feira. É certo, ninguém tem dúvidas. O carnaval acabou. Mas e o amor? Aquele amor que conhecemos no carnaval, terminou? Foi passageiro assim como ele. E quanto ao o amor de antes do carnaval? Acabou quando o carnaval começou. Ou continuou, junto com a fantasia do carnaval.
Em uma época de tantas festas em que tudo realmente importante é se divertir, muitos acreditam que beijar na boca é imprescindível, outros, mais românticos, vão mais além. Querem se apaixonar e de fato conseguem. Para quem não sabe ou não lembra, Vinícius de Moraes era um poeta brilhante e acima de tudo um romântico e galanteador de carteirinha. O que hoje em dia chamaríamos de "galinha". Mas não era apenas isso. Ele era apaixonado pela vida e pelas mulheres. Como ele mesmo dizia "a vida é a arte do encontro". Ahh e quantos encontros essa vida teve. Certamente ele teve muitos. Eu também não posso reclamar, pelo contrário, devo concordar com o grande mestre, "a vida é arte do encontro" cabe a nós descobrir o nosso momento e o do outro. Quem sabe não se encaixa e vira carnaval de Vinícius?
Barbara Tuche é estudante de Letras da UERJ Rio de Janeiro 22 de fevereiro de 2010
Esses dias assisti um filme maravilhoso com aquela atriz de boca carnuda que encanta tantos homens mundo a fora e de coração grande que adota criancinhas carentes, Angelina Jolie. Apesar de não a achar tão linda como todos pensam, acredito que ela seja uma das melhores atrizes da atualidade e definitivamente uma pessoa maravilhosa. Certamente esse seu carinho pelas crianças a ajudou absurdamente a fazer esse filme. “A troca”. Conta a história de Christine Collin, uma mãe solteira e seu filho desaparecido Walter. Sra. Collin muito persistente não deixa em nenhum momento de procurar seu filho, até que a polícia aparece com o tal menino, mas infelizmente não era a mesma criança. Christine tenta informar a polícia, mas ninguém acredita nela. Ela leva seu caso aos jornais, entretanto, quando a polícia se sente ameaçada, faz de tudo para calar a sra. Collins. Baseado em fatos reais, o filme se passa em Los Angeles em 1928 e mostra a corrupção que existia e/ou existe dentro da polícia. A instituição que deveria nos proteger e nos trazer segurança, corrompida por policiais sem caráter. Seria ótimo se pudéssemos pensar “isso é só um filme”, mas de fato aconteceu e como casos assim continuam acontecendo. Quantas mães perderam seus filhos e a polícia nada fez para encontra-los. Por que a pessoa só é considerada desaparecida 24h depois? Vinte e quatro horas depois pode e em muitos casos é tarde demais. As vésperas do meu vigésimo primeiro aniversário, sem planos de casamento e muito menos de filhos, vi-me envolvida pela narrativa emocionante e posso dizer que senti certo embrulho no estômago como se tivesse perdido meu próprio filho ao sentir a dor daquela mãe. Devemos lembrar que a mãe não era qualquer uma. Era a Angelina Jolie, a mãe do século XXI. O produtor não era nada menos que Clint Eastwood. Definitivamente, vale a pena assistir.
Barbara Tuche é estudante de Letras da UERJ Rio de Jnaeiro 11 de fevereiro de 2010
A muito tempo que não posto. Esse começo de ano tem sido muito tumultuado.Nos próximos posts vou contar coisas engraçadas que tem acontecido.Vou postar só para vocês não se esquecerem de mim! ^^ Por enquanto queria deixar meu blog com uma carinha mais fofa. Alias, muito fofa mesmo!
Ele está lindo sentado naquele mesmo bar de sempre com a primeira camisa que pegou no armário. A calça é bonita. É de jeans novo. Faz um estilo garoto skatista que não se importa com nada, mas tem sempre roupa nova. Pega o copo de cerveja, dá alguns goles e apóia novamente o copo na mesa. O copo gotejante molha a sua mão. Ele a limpa suavemente na calça. Passa a mão no cabelo, e o tira do rosto. Sua pele brilha como purpurina, mas logo enxuga o suor do rosto com certa aspereza. Está sisudo e apático. Ouviu o que não queria, mas logo que meu sorriso encontrou seus olhos irradiou-se. Pode-se ver sua alma dentro de seu sorriso, tão grande e belo. E quando ri, seus olhos se apertam como os meus. É como se dissessem que somos iguais. Conversa com os amigos. Conta as mesmas histórias de sempre como se fosse a primeira vez. Todos riem. Da forma que ele conta, parece que se está junto dele vivendo todas aquelas aventuras. Quem dera expressar-me tão bem! Mas fico muda. Riu. Falo uma besteira ou outra. Riem Está tudo bem. Estamos felizes e ébrios. Então vamos caminhar mais um tempo juntos e dividir mais alguns copos de cerveja. Quem sabe um dia desses ele resolve trazer-me uma garrafa de vinho importado? E depois de dormirmos embriagados ele acorde e resolva fazer um café da manhã com pães de queijo. Um belo sonho. Ou não. Eu nem dormi.
Barbara Tuche é estudante do curso de Letras da UERJ
Cada dia que passa eu tenho mais certeza que os Homens são seres difíceis. Digo Homem, com letra maiúscula, homens e mulheres. Nesse fim de semana presenciei uma série de acontecimentos que me comprovaram isto. Esses seres tão peculiares idealizam tanto as pessoas e sonham tanto com um mundo perfeito que descontrolam-se ao ver que deu algo errado. Será tão difícil colocar o pé no chão e ser um pouco mais realistas? São exagerados, egocêntricos e sonhadores. Ficam desesperados quando alguma coisa não sai como o planejado e descontam em tudo e todos. São muitas vezes inflexíveis, acreditam que o mundo inteiro roda em torno de si e acreditam ser imortais. Todo dia eu lembro que a humanidade não tem conserto. Além de tantos outros defeitos, são sonhadores no aspecto utópico e de forma desproporcional. Quando idealizam algo ou alguém tornam-se românticos incontroláveis e dilaceram-se quando se dão conta que nada é perfeito. Não basta que a vida seja ótima, ela tem que ser perfeita e todos aqueles a sua volta e tudo aquilo que faz também. Acredito que devemos dar o nosso melhor para conseguir o que queremos e nossos trabalhos devem ser os mais bem feitos possíveis. Não gosto de fazer as coisas pela metade ou mal feitas. Mas e se falharmos? Desistimos, abaixamos a cabeça e nos lamentamos? Nos desesperamos e gritamos com todo mundo porque não fomos capazes de fazer algo certo? Não é exatamente assim que a sociedade de um modo geral se comporta? Ou em gritos e prantos ou depressão e desistência. Será tão difícil colocar a cabeça para pensar, ficar calmo e procurar uma solução para os problemas ou se possível refazer o que deu errado? Ah, não, é claro, mais fácil gritar e chorar. Então vamos espernear como bebês. Talvez nossas mamães venham nos ajudar. Sempre que nos deparamos com um problema fraquejamos. Alguém já parou para pensar que atletas passam por isso todos os dias? E pior, militares, policiais, eles estão em guerra todos os dias. Imagine se a cada tiro errado eles fraquejassem e desistissem ou começassem a gritar desesperadamente! Nossos problemas são tão pequenos comparados com que essas pessoas passam todos os dias e nem por isso elas abaixam a cabeça ou perdem o controle. Então façamos assim, respire, pense e resolva o problema. Lembre-se que você pode recomeçar tudo. Se não puder, conserte o que está errado, corra atrás do prejuízo, mas não esqueça que todo problema tem uma solução. É só usar a cabeça para pensar.
Barbara Tuche é estudante do curso de Letras na UERJ Rio de Janeiro, 28 de Dezembro de 2009
Não gosto muito de pensar no futuro. Ele me assusta de alguma forma, mas não deixo de planeja-lo. Imagino que profissão terei, quanto eu quero ganhar. Coloquei uma meta na minha vida e pretendo cumpri-la. Eu tenho um sonho e ele é grande. Não sonho baixo e nem penso pequeno. Eu era muito sonhadora e ficava perdendo horas da minha vida imaginado o futuro e como eu seria fazendo isso ou aquilo. Sonhos de meninas: Casa grande, um marido, filhos, cachorros, namorar com aquele menino do colégio e imaginava um futuro com ele! A vida perfeita. Enfim, esses sonhos já não passam mais pela minha cabeça.
Para o futuro, só a minha vida profissional. Meus sonhos e planos são todos práticos. Já estou na época de parar de sonhar e começar a realizar, senão esses planos não se concretizam. Acredito que terei êxito na minha vida profissional. Importo-me tanto com ela e foco tanto que é impossível não dar certo! Mas e a parte amorosa da vida? Percebi esses dias que essa é a última coisa em que penso. Eu ainda quero ter um companheiro, filhos e cachorros (Sim, cachorros no plural, eu os amo)!!Mas o que eu fiz para realizar esses desejos? Nada. E para falar a verdade, depois de refletir, continuo com a ideia de não fazer nada. Estou muito nova para pensar nisso.
Este foi o grande problema dos meus últimos relacionamentos. Meus ex-namorados pensavam em casar e falavam em filhos! Não! Sou muito nova!! Eu os quero, mas pode ser daqui a uns 10 anos!?!? Ainda tenho muito para viver, muito para conhecer! Tantas coisas que quero fazer e não fiz! E vai saber se você é o cara certo para mim? E se eu tiver enganada? Fazer vários planos e depois terminar dois ou três meses depois, desilusão.
Então, eles ficavam fazendo planos sozinhos, pois não estava nos meus planos ter um relacionamento sério tão cedo. Pensar que era com aquele homem que eu passaria o resto da minha vida, sinceramente, me dava um desespero! (Espero que eles não leiam isso) Não que eles fossem más pessoas, mas imaginar que a minha vida acabava ali, não estava nos meus sonhos! Eu um dia já fiz planos com alguém e acreditei que seria para sempre. Não preciso dizer que foi a maior decepção. Desde então me prometi que não faria planos com mais ninguém, apenas deixo acontecer. Todos os sonhos, que para serem realizados precisam de outras pessoas, são os mais difíceis, pois a decepção é maior. O outro te ajuda a sonhar mais alto e a queda é maior.
Mas vou repetir, eu tenho meus planos! Imagino o meu príncipe encantado. Sei que ele não tem cavalo e não mora em um castelo, mas ele será um cavalheiro. Sempre carinhoso e educado comigo. Se ele não for músico como eu, será algum empresário bem sucedido. Ele dividirá as mesmas metas e sonhos comigo, sonharemos alto juntos e construiremos o nosso futuro com o presente. Ele trará café-da-manhã todas as manhãs para mim na cama e saberá levar-me para jantar nos fins de semana em bons restaurantes. Ele não vai gostar de futebol, não tanto quanto eu, então, aos domingos vai levar-me a cerveja até o sofá, pois eu estarei assistindo aos jogos do Botafogo e ele estará tomando um copo de whisky ou uma taça de vinho ao meu lado só para me fazer companhia. De preferência saberá cozinhar, porque como eu já disse aqui antes, eu sou fisgada pela boca. Dirá que sou linda e que me ama todos os dias até quando estiver velhinha. Viu, eu também sonho! Não sou tão insensível!!
Um dia eu encontro esse homem, mas não tenho pressa. Não ando nas ruas caçando-o. Só vou vivendo a vida. Tenho minhas prioridades neste momento: meus estudos, meu trabalho, meus amigos e minha família. Sei que quando encontra-lo saberei que é ele e tudo ficará bem.
Esta música é de uma das minhas bandas prediletas, Scorpions. Uma banda Alemã de 1965, mas estão até hoje fazendo shows pelo mundo inteiro. Alias, fui a um show deles no final do ano passado e foi maravilhoso!!!
Essa música, “Wind of change” ou Ventos da mudança fala sobre assuntos que ficaram no passado e devem ser queimados e tantas coisas que poderíamos fazer ou ser. E porque perder tempo? Está na hora de mudar, o futuro está chegando.
Então que tal parar de pensarmos no passado e imaginar como seria “se isso” ou “se aquilo”. A vida é hoje! Lembranças são ótimas nos albuns de fotografias e no fundo do baú, mas apenas aquelas interessantes, as outras queimamos no passado para sempre.
Não gosto de perder tempo. Ele pode não ser dinheiro de verdade, mas é vida!! Quer coisa mais importante? Ahh.. E ele passa tão rápido!
“Pode esperar-me?”_ Perguntei-o uma vez? Mas ele não me ouviu e eu me atrasei. Era tarde demais....
Pois é, pode ser tarde demais! Enquanto nos perguntamos o porque e como seria “se”? O tempo continua passando, porque ele não para e não tem pena de nós. Então, ao invés de pensarmos em como criar máquinas do tempo, que tal vivermos o presente!? O passado sempre será o passado, algo que nunca vai voltar! Então esquece!
Vamos pensar em um amanhã melhor! Vamos fazer o hoje valer a pena! Talvez, pensando assim eu perca um pouco. As pessoas costumam se assustar comigo, pois eu quero viver tão intensamente cada momento. Se eu me apaixono, eu me apaixono muito! Se estou feliz, estou feliz demais! Se riu, riu bem alto e com muita vontade. Não gosto de nada pela metade. Mas os sentimento ruins, não. Se me desiludo ou fico triste, estes sentimentos acabam rápidos! Não perco meu tempo com coisas ruins ou pessoas que me fazem mal.Certamente que não! Não derramo uma lágrima! Não vale a pena. Vivo como se daqui a um segundo eu já não estivesse mais aqui! Mas é verdade! Daqui a alguns segundos eu posso não estar! Isto me lembra outra música dos Scorpions que se chama"Life is too short". Uma música linda que fala sobre não perder tempo, vamos correr porque a vida é curta! Pensando nisto, prefiro arrepender-me das coisas que fiz do que me lamentar por não ter feito ou falado alguma coisa. Alias, não costumo arrepender-me muito das coisas. Mas não perderei meu precioso tempo chorando ou lamentando por nada nem ninguém.
Eu sou uma pessoal absurdamente adaptável. Acostumo-me com as coisas muito rápido e com a perda delas também. Acredito que não me apego a nada. Nem a bem materiais, nem as pessoas. Por isso a perda não é tão difícil, aliás aprendi a ser assim depois que perdi as duas pessoas mais importantes da minha vida. Então, tirando a minha mãe, eu não tenho mais nada para perder. Fica mais fácil assim. Que tal não pensar no passado e olhar pro futuro? Não importa quem errou ou quem perdeu. O que passou, passou! E o futuro é cheio de caixinhas de surpresas e estou curiosíssima para abri-las!
Mudanças são sempre bem vindas! Então que venha o novo vento! Na verdade, acredito que ele já chegou! Como sempre, vou aproveitar o máximo dessa nova estação, pois ela pode ir mais rápido do que se imagina e eu quero aproveitar cada segundo de sol e de chuva. Ou pode demorar, o que seria ótimo! Mas o importante é aproveitar cada momento e não deixar nenhuma boa oportunidade passar!
E então!? Que tal aproveitar esse final de ano para mudar aquelas coisas que nos incomodam? Mudar nós mesmo e as coisas ao nosso redor. Vamos esquecer as coisas ruins. Vamos viver o presente!? Vamos queimar o passado! O futuro está no ar, assim como o amor!
Boas mudanças para todos!!
Obs: As músicas estão no meu blog para quem quiser ouvi-las!! Vale a pena!